Trabalho por aplicativo: autonomia ou precarização?
- eviecostt
- 26 de ago.
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Motoristas de aplicativo, entregadores e prestadores de serviços diversos se tornaram parte fundamental da economia nas grandes cidades. Esses profissionais integram o modelo da Gig Economy e vivem uma realidade marcada tanto por liberdade quanto por instabilidade.
Se por um lado há flexibilidade de horário e autonomia, por outro, não há vínculo empregatício, benefícios garantidos ou renda fixa. A ausência de direitos trabalhistas para quem depende desses aplicativos levanta debates sobre precarização do trabalho e responsabilidade das plataformas.
É necessário encontrar um equilíbrio que respeite a liberdade do trabalhador sem abrir mão da dignidade. Essa nova lógica exige uma atualização das leis, mais apoio institucional e conscientização do próprio profissional sobre seus direitos e deveres.
Estagiária de Recursos Humanos – Fernanda Maia



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