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“Seja você mesmo” é um bom conselho?

  • Foto do escritor: Nicoly Lima
    Nicoly Lima
  • 25 de jun.
  • 2 min de leitura

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Você já ouviu isso antes, né?

Na entrevista, nas redes sociais, no networking…💬 “Seja você mesmo que tudo vai dar certo.”

Mas… será que esse conselho é realmente funcional no mundo profissional?

A resposta é: depende.

⚖️ Autenticidade importa, sim.

Ser coerente com seus valores, comunicar quem você é, trazer humanidade para as interações profissionais… tudo isso é essencial.Inclusive, empresas cada vez mais buscam pessoas com brilho próprio, que não soem como “mais do mesmo”.

🔍 Mas no processo seletivo, “ser você mesmo” não significa ignorar o contexto ou deixar de se adaptar.

Atenção: autenticidade não é espontaneidade sem filtro.

Ser você mesmo: ✖️ Não é contar tudo o que pensa.✖️ Não é ignorar o tom da empresa ou da vaga.✖️ Não é fazer piada fora de hora.✖️ Não é confundir vulnerabilidade com excesso de informalidade.

Ser você mesmo com inteligência emocional é o verdadeiro diferencial.

✅ Como praticar a autenticidade de forma estratégica:

📌 Conheça seus valores e objetivos.Eles vão te guiar para empresas que combinam com você.

📌 Entenda o contexto.Adapte sua comunicação sem deixar de ser honesto. Autenticidade também é saber ler o ambiente.

📌 Pratique o autoconhecimento.Quando você sabe quem é, fica mais fácil mostrar isso com segurança — sem exageros.

📌 Foque na verdade, mas com propósito.Falar sobre pontos fracos? Sim. Mas com foco em aprendizado. Mostrar personalidade? Claro. Mas com empatia e bom senso.

🎯 Em resumo:

Ser você mesmo é um bom conselho, desde que você conheça bem quem é — e saiba dosar isso com maturidade, propósito e estratégia.

Porque no final, ninguém quer uma “versão fake” no processo seletivo.Mas também ninguém quer ser surpreendido com um comportamento impróprio ou desalinhado.

 
 
 

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