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Como utilizar dados e métricas no processo seletivo

  • Foto do escritor: Nicoly Lima
    Nicoly Lima
  • 1 de jul.
  • 2 min de leitura

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O processo seletivo deixou de ser apenas uma etapa operacional do RH. Hoje, ele é parte fundamental da estratégia de crescimento das empresas — e isso exige decisões baseadas em dados concretos.

Acompanhar métricas e indicadores de recrutamento e seleção permite identificar gargalos, melhorar a assertividade nas contratações e otimizar tempo e recursos. Mas, afinal, quais dados analisar e como utilizá-los?

A seguir, mostramos as principais métricas e como elas podem transformar seu processo seletivo.

📊 Principais métricas do processo seletivo

1. Tempo de contratação (Time to Hire)

Mede o tempo entre a abertura da vaga e a aceitação da proposta pelo candidato.

Por que importa?Revela a agilidade do processo. Quanto menor o tempo, mais eficiente o recrutamento.

2. Custo por contratação

Inclui todos os custos envolvidos para preencher uma vaga: anúncios, horas de trabalho, testes, ferramentas, etc.

Por que importa?Ajuda a equilibrar o orçamento e a identificar se há desperdícios ou oportunidades de automação.

3. Taxa de retenção após 3 ou 6 meses

Avalia quantos profissionais contratados permanecem na empresa após um período inicial.

Por que importa?Mede a assertividade do recrutamento e a qualidade do fit entre colaborador e empresa.

4. Fonte de contratação

Identifica quais canais geram os candidatos mais qualificados (LinkedIn, indicações, Gupy, etc.).

Por que importa?Permite investir nos canais com maior retorno e reduzir esforços em fontes pouco efetivas.

5. Índice de aprovação nas etapas

Mostra em quais etapas os candidatos estão sendo reprovados com mais frequência.

Por que importa?Ajuda a identificar falhas no alinhamento de perfil ou na comunicação da vaga.

🎯 Como usar esses dados na prática?

  • Ajuste de estratégias: Se o tempo de contratação está alto, pode ser hora de rever canais, descrições de vaga ou agilidade na triagem.

  • Melhoria contínua: A cada novo processo, os dados anteriores ajudam a ajustar o perfil ideal, os critérios de seleção e as abordagens.

  • Tomada de decisão com segurança: Os dados tiram o RH do campo da intuição e colocam a área como parceira estratégica da liderança.

🚀 Dica extra: use tecnologia a seu favor

Ferramentas de R&S (ATS), planilhas inteligentes ou CRMs de talentos permitem acompanhar métricas em tempo real, gerar relatórios e otimizar cada etapa do processo seletivo.

 
 
 

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